O JOGO DAS DIFERENÇAS  (PROJETOS) escrito em quarta 09 março 2011 19:21

ANA MARIA MACHADO, DEISE MENESES CUPERTINO FUKUOKA, LEMBRETE PEDAGÓGICO, LUCIENE HELOÍSA ANDRÉ, MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA, O JOGO DAS DIFERENÇAS, ROSENEIDE APARECIDA DA SILVA, ROSILDA P. HERCULANO, UNICID, VERA LÚCIA LAURIAO

 

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

EDUCAÇÃO, CORPO E MOVIMENTO 

O presente trabalho é parte integrante das Atividades Avaliatórias do 9º Módulo

PROJETO: O JOGO DAS DIFERENÇAS 

IDEALIZADORES E DIAGRAMADORES:

ACADÊMICAS:           

 * LUCIENE HELOÍSA ANDRÉ * ROSENEIDE AP. DA SILVA

 * ROSILDA P. HERCULANO  * VERA LAURIÃO

PROFESSOR (a): * DEISE MENEZES CUPERTINO FUKUOKA

TURMA:               * 00224 - LICENCIATURA EM PEDAGOGIA - UNICID

SÃO PAULO - 2011

 

PROJETO: O JOGO DAS DIFERENÇAS

 

 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

CARACTERÍSTICA: PROJETO DE AÇÃO E REFLEXÃO 

PÚBLICO ALVO:   SÉRIES INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL 

AMBIENTE: ESPAÇOS COMUNS DA ESCOLA 

TEMPO ESTIMADO PARA REALIZAÇÃO DE TODAS TAREFAS:

A CRITÉRIO DO PROFESSOR, CONFORME EXPLORAÇÃO DO TEMA. 

DURAÇÃO DE CADA ATIVIDADE: APROXIMADAMENTE 20 MINUTOS

CONCLUSÃO DO PROJETO:

A CRITÉRIO DO PROFESSOR, CONFORME EXPLORAÇÃO DO TEMA. 

ATIVIDADES INTERNAS: O JOGO DO ESPELHO, LEITURA (técnica: contação de história), MÚSICA, MOVIMENTO E DESENHO.

OBJETIVO:  

Favorecer o movimento, a expressão dos desejos, sentimentos e idéias, além do movimento corporal, procurando aguçar a curiosidade e a criatividade, oportunizando à criança a ampliação da auto-estima, buscando reforçar a afetividade e, principalmente, estimular o respeito à diversidade, apresentando possíveis regras de sociabilidade. 

RECURSOS MATERIAIS: mídia: Câmera Fotográfica/ Equipamentos de Informática e/ou Aparelho de Som. Papelaria: 1 caixa com tampa, 1 Rolo de Fita de Cetim, 1 Espelho, folha para encapar, sulfite e lápis. Giz de cera e canetinha (opcional).

REFERÊNCIA: SITES EDUCATIVOS, APOSTILA EDUCAÇÃO CORPO E MOVIMENTO

LIVRO DE ANA MARIA MACHADO: MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA

 

SÃO PAULO - 2011

 

 

 

PROJETO: O JOGO DAS DIFERENÇAS

 

 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

 

ETAPAS  

  1. Encape uma caixa com tampa e cole um espelho no fundo interno. Em sala, posicione os alunos em um círculo, de maneira que a caixa possa passar de mãos em mãos.  Explique que a caixa que será passada contém um grande segredo: a coisa mais importante do mundo e que cada aluno deverá verificar o que há em seu interior, fechá-la, manter sigilo absoluto e repassá-la para o coleguinha até que todos tenham feito a mesma coisa.  
  2. Em seguida o professor solicitará que cada aluno desenhe em uma folha sulfite  o que viu, fazendo uma breve descrição do conteúdo . O professor deverá solicitar ainda que cada aluno coloque o nome na folha.  (para os alunos que ainda não sabem escrever, o professor escriba poderá, em conversa informal, investigar as impressões do aluno para posterior elaboração de relatório).  
  3. Explicar a Função Social da Brincadeira aos alunos informando que isto se trata do "Jogo das Diferenças", buscando ressaltar a importância de cada um (trabalho com a auto-estima). A sensibilização poderá ser feita por meio de uma contação de história que, no caso, se valeu do Livro da escritora Ana Maria Machado, "Menina Bonita do Laço de Fita", muito utilizado na Educação Infantil, no trato da questão identidade.
  4.  Finalizar a brincadeira trabalhando o movimento. Nesta etapa podem ser utilizadas tanto músicas mais tranqüilas para o relaxamento corporal, quanto músicas mais agitadas para o trabalho com o movimento. Neste caso, os alunos poderão ser vendados ou não. Eles se movimentarão até que a música pare. Neste momento cada um deverá pegar o seu par e tentar adivinhar quem é. Quando a música recomeçar solicitar que os alunos abram os olhos e abracem seu amigo. E como demonstração de afeto, cada aluno deverá desenhar o se amigo, descrevê-lo, e colocar o nome dele na folha, sem se esquecer de relatar (ou dizer) o que achou da brincadeira. Ambas as folhas deverão ser entregues na próxima aula.  

SÃO PAULO - 2011

PROJETO: O JOGO DAS DIFERENÇAS

 

 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO 

 

REGRAS  

  1. Manter sigilo absoluto sobre o que viu dentro da caixa. 
  2. Reproduzir os desenhos com amor e carinho, afinal tanto o que você viu no interior da caixa como o amigo que você abraçou ao final da brincadeira são as coisas mais importantes do mundo. 
  3. Entregar os desenhos na próxima aula, demonstrando o seu compromisso com você mesmo e com seus amigos. Afinal você são uma grande equipe.

 Neste jogo não há competitividade, mas sim, reconhecimento, identificação, respeito e a valorização de si mesmo e do outro, priorizando a auto-estima, a afetividade e, principalmente, a diversidade.

 

SÃO PAULO - 2011

 

PROJETO: O JOGO DAS DIFERENÇAS - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

À medida que as crianças se vêem no espelho sentem uma grande alegria. O desenho pode revelar como a criança se vê e como ela se sente em relação a si mesma e aos outros. Esta é uma ótima oportunidade para o professor trabalhar a auto-estima e o valor de cada um dentro e fora da escola. Embora esta atividade teve seu público alvo voltado para as crianças das séries iniciais do Ensino Fundamental I, nada impede que ela seja aplicada na Educação Infantil, desde que hajam adaptações específicas à cada faixa etária, já que a criança se reconhece como tal a partir do reconhecimento do outro, desde os primeiros anos, sendo o trabalho com o espelho, fundamental neste processo de diferenciação: o "eu" e o "outro".

Os contos sugerem reflexão, concentração e reprodução. Neste caso, a questão da diversidade foi muito bem ilustrada pela autora Ana Maria Machado, que de uma forma simples e divertida revelou ludicamente como se pode diluir as diferenças através do nascimento dos filhotes, ainda que o destaque seja dado à coelhinha negra no final. 

CURIOSIDADES SOBRE A HISTÓRIA

Blog de pedagogiaunicidiesdeguaianas : LEMBRETE PEDAGÓGICO - UNICID, O JOGO DAS DIFERENÇAS

 

A menina bonita que inspirou o livro, quem diria, era branquinha, branquinha...

Ana Maria com a filha Luísa  (crédito: Arquivo pessoal)

Menina bonita do laço de fita: desconstrução do preconceito

Esse livro, junto com Bisa Bia, Bisa Bel, é um dos mais premiados e traduzidos livros de Ana Maria Machado. Em seu livro Contracorrente (MACHADO, 1999)[viii], a autora relata que inicialmente o coelho branco curioso, personagem da história, era um brinquedo de sua filha Luísa, mais branca que os demais irmãos advindos do primeiro casamento de Ana Maria Machado. Assim, a mãe criava brincadeiras em que o tal coelhinho perguntava por que Luísa, sempre enfeitada com laço de fita, era tão branquinha. Os irmãos ajudavam argumentando que era por comer muito arroz, ou beber leite demais etc.

Mas afinal a protagonista de Menina bonita do laço de fita (MACHADO, 1986) é negra. Para justificar a transformação e escrever a história por sugestão do segundo marido, seguem-se as palavras da autora transcritas em Contracorrente (MACHADO, 1999):

Gostei da idéia, mas achei que o tema de uma menina linda e loura, ou da Branca de Neve, já estava gasto demais. E nem tem nada a ver com a realidade do Brasil. Então a transformei numa pretinha, e fiz as mudanças necessárias: a tinta preta, as jabuticabas, o café, o feijão preto etc. MACHADO,1986 - p. 66.

Fica claramente declarada a intencionalidade de Ana Maria Machado em fugir ao cânone e revelar enquanto protagonista uma menina negra, fato pouco comum em títulos de literatura infantil. Essa falta de identificação de leitores negros com as personagens de histórias é objeto de pesquisas atualmente em diversas áreas, sobretudo investigando em que medida há reflexos na ideologia construída para os não-brancos.

COM A PALAVRA, ANA MARIA:


"Este livro, para mim, é uma história que surgiu a partir de uma brincadeira que eu fazia com minha filha recém-nascida de meu segundo casamento. Seu pai, de ascendência italiana, tem a pele muito mais clara do que a minha e a de meu primeiro marido. Portanto, meus dois filhos mais velhos, Rodrigo e Pedro, são mais morenos que Luísa. Quando ela nasceu, ganhou um coelhinho branco de pelúcia. Até uns dez meses de idade, Luísa quase não tinha cabelo e eu costumava por um lacinho de fita na cabeça dela quando íamos passear, para ficar com cara de menina. Como era muito clarinha, eu brincava com ela, provocando risadas com o coelhinho que lhe fazia cócegas de leve na barriga, e perguntava (eu fazia uma voz engraçada): "Menina bonita do laço de fita, qual o segredo para ser tão branquinha?" E com outra voz, enquanto ela estava rindo, eu e seus irmãos íamos respondendo o que ia dando na telha: é por que caí no leite, porque comi arroz demais, porque me pintei com giz etc. No fim, outra voz, mais grossa dizia algo do tipo: "Não, nada disso, foi uma avó italiana que deu carne e osso para ela..." Os irmãos riam muito, ela ria, era divertido. Um dia, ouvindo isso, o pai dela (que é músico) disse que tínhamos quase pronta uma canção com essa brincadeira, ou uma história, e que eu devia escrever. Gostei da idéia, mas achei que o tema de uma menina linda e loura, ou da Branca de Neve, já estava gasto demais. E nem tem nada a ver com a realidade do Brasil. Então a transformei numa pretinha, e fiz as mudanças necessárias: a tinta preta, as jabuticabas, o café, o feijão preto etc.

O livro faz muito sucesso e foi traduzido em vários países. Onde, evidentemente, foi encontrando leituras ideológicas distintas e variadas. Na América Latina, região acostumada a misturas e mestiçagens, teve a honra de ser recomendado e incluído em premiações e seleções de melhores obras na Venezuela, na Colômbia, na Argentina. Na Suécia, também teve uma recomendação especial nas bibliotecas públicas, como um exemplo de convívio multicultural e pluriétnico.

Em outro país nórdico, na Dinamarca, uma funcionária muito militante, do setor de bibliotecas, o condenou e recomendou que as bibliotecas não o comprassem, porque o livro sugere que negros e brancos vivam em paz como bons vizinhos, sem que os negros lutem por seus direitos e façam valer suas reivindicações daquilo que a sociedade lhes nega. Para ela, o livro seria uma desmobilização da luta e uma incitação ao conformismo. Nos Estados Unidos, num debate com professoras primárias em Wisconsin, uma delas pediu a palavra e disse que achava espantoso que eu tivesse a coragem de associar numa mesma história uma menina negra e um coelho, quando todos sabem que o coelho é um símbolo de promiscuidade sexual e proliferação e que essa associação era ofensiva aos negros. Mesmo se levássemos em conta que eu sou latina e que essas questões de promiscuidade não nos assustam tanto em nossa cultura, De tão estupefata, fiquei sem reação no primeiro instante, e não sabia o que responder. O que foi muito bom, porque meu silêncio permitiu que outra professora, e esta era negra, me defendesse frente à primeira, branca e loura. Contou que seus alunos tinham lido o livro e ficaram encantados, adoraram se reconhecer como bonitos e donos de um padrão invejável de beleza, capaz de obcecar um amiguinho branco.

No norte do Brasil, numa livraria de Belém, apresentou-se a mim uma vendedora negra e linda, dizendo: "Muito prazer, eu queria muito conhecer você. Eu sou a Menina Bonita do Laço de Fita". E contou que dez anos antes o livro fora para em suas mãos por acaso e ela o leu. Achava que era bonita e deliciou-se em ver que os livros reconheciam isso e eram capazes de mostrá-la linda. Identificou a leitura com verdade, coragem, e como uma espécie de espelho mágico, que a refletia e revelava como sabia que era, mas nem sempre era vista pelos outros. Interessou-se por livros, não tinha dinheiro para comprá-los, foi trabalhar numa livraria para aproveitar os momentos livres e ler tudo que lhe caísse nas mãos. Acabava de convencer o patrão a abrir a primeira livraria infantil da Amazônia sob sua responsabilidade. Posso falar de outras leituras, mas não há muito tempo, nem é o caso. Estas bastam para atestar o que eu gostaria de ver discutido aqui. Um livro não é apenas aquilo que está escrito nele, mas também a leitura que o leitor faz desse texto. Os dois processos são ideológicos. Os dois pressupõem uma determinada visão do mundo. Para que o livro tenha um potencial rico, com muitas significações, é necessário que seja cuidado, tenha qualidades estéticas, seja um exemplo de criação original e não estereotipada. Mas, para que esse livro possa manifestar esse seu potencial, torná-lo real, é indispensável que encontre um leitor generoso que possa fazê-lo dialogar com muitas outras obras, com visões do mundo enriquecidas pela pluralidade e pela aceitação democrática da diferença. Somente dessa maneira o livro deixará de ser um ponto de chegada para se transfomar num ponto de partida permanente para outras leituras - de textos e do mundo. Ou dos inúmeros e inumeráveis mundos que existem, que não queremos mais que continuem existindo ou que sonhamos que um dia possa vir a existir."

FONTE: http://www.anamariamachado.com/historia/menina-bonita-do-laco-de-fita 

 Blog de pedagogiaunicidiesdeguaianas : LEMBRETE PEDAGÓGICO - UNICID, O JOGO DAS DIFERENÇAS

COM VOCÊS: A HISTÓRIA

Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros. A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva. Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas. Ela ficava parecendo uma princesa das terras da áfrica, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto na vida. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela... Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou: - Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha? A menina não sabia, mas inventou: ­- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina... O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela. Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez. Então ele voltou lá na casa da menina e já chegou perguntando:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha? A menina não sabia, mas inventou: - Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina. O coelho saiu dali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi. Mas não ficou nada preto. E lá vai ele a perguntar - Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha? A menina não sabia, mas inventou: ­- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina. O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto. Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse: - Artes de uma avó preta que ela tinha... Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos. E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina, tinha era que procurar uma coelha preta para casar. Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça. Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha. Já se sabe, afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado. E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava: - Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha? E ela respondia:
- Conselhos da mãe da minha madrinha...
 

"Não importam as diferenças, o importante são as atitudes.

São elas que fazem a diferença neste grande palco da História

chamado humanidade".

Luciene Heloísa André.

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3 comentário(s)

  • pedagogiaunicidiesdeguaianas Qui 30 Jun 2011 05:43
    Que bom! Estou certa de que seus alunos vão adorar! Obrigada pela visita, Lucy.

  • pedagogiaunicidiesdeguaianas Ter 19 Abr 2011 21:55
    Oi Patrícia, gostei muito da mensagem que você deixou em minha página. E foi assim, enfrentando barreiras e preconceitos que cercam os cursos EAD que continuamos nessa caminhada e hoje estamos chegando ao final de um curso que, sem dúvida, enriquecerá bastante nosso currículo e abrirá muitas portas. Visitei a página que você me indicou e constatei muita coisa legal. Dentre elas, "Heróis de Todo Mundo". Assisti um vídeo do Geógrafo Milton Santos, que tanto discutiu sobre a Globalização. A propósito, o EAD deveria ser entendido também como uma forma de globalização, mas sabemos que não é com estes olhos que muitos o vêem. O mais importante é que este passo que eu dei, pelo menos, para mim já abriu portas. Fui aprovada recentemente em dois concursos públicos pela Prefeitura de São Paulo e só estou aguardando o diploma para assumir minha sala de aula. Este é um grande exemplo de que, quando nos dedicamos de verdade ao que nos propomos a fazer, tudo é possível. Mais uma vez agradeço pela visita e pela dica sobre a página "A cor da Cultura". Certamente o conteúdo rico e farto que ela nos oferece será de grande utilidade para mim e para minhas colegas de turma. Parabéns pelo seu belíssimo trabalho. A professora Deise pediu que eu transmitisse um forte abraço e votos de muito sucesso. Até mais, Lucy.

  • pedagogiaunicidiesdeguaianas Qua 30 Mar 2011 14:09
    Oi Kátia! É uma grande satisfação partilhar estas publicações com vocês e ao contrário você pode fazer uso dos links que não há problema algum. Um abraço! Lucy.


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